Mongaguá
Litoral sul a 95 km de São Paulo, com 13 km de praia contínua, a maior plataforma de pesca da América Latina e um parque com cachoeira e zoológico a preço popular.

- Melhor para
- Praia contínua e parque ecológico
- Quando ir
- Verão pra praia, ano todo pro parque
- Tempo ideal
- Bate-volta ou 1 pernoite
- Distância de SP
- 94,6 km · ~1h30 de carro
- Bate-volta?
- Dá numa boa
- Vibe principal
- Praia e natureza
O que fazer em Mongaguá
Praia contínua de 13 km
Uma única faixa de areia larga que muda de nome conforme o bairro: Praia Central, Agenor de Campos, Vera Cruz, Itaóca e Vila Atlântica. A Central tem estacionamento, quiosques e ciclovia; a Itaóca é mais calma.
Plataforma de Pesca
Estrutura de concreto de 400 metros mar adentro em formato de T, instalada em 1977. É a maior plataforma de pesca da América Latina e gratuita pra visitar, mesmo sem pescar.
Poço das Antas
Cachoeira com piscina natural dentro do Parque Turístico Umberto Salomone, com trilha ecológica e corredeiras. Aberto todos os dias, das 8h às 17h.
Zoológico Municipal
No bairro Agenor de Campos, dentro do Parque Ecológico A Tribuna. Terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria até as 16h), R$ 10 a inteira e R$ 5 a meia.
Trilha do Morro da Padroeira
Passarela de madeira de 150 metros até a imagem de Nossa Senhora Aparecida, com mirante e vista da orla no caminho.
Aldeias indígenas Itaóca e Aguapeú
Duas aldeias guarani numa reserva de Mata Atlântica, com artesanato à venda e visitação cultural.
Roteiro de 1 dia em Mongaguá
A 95 km, dá pra combinar praia e parque no mesmo dia.
- 7h30, saída de São Paulo. Anchieta ou Imigrantes até a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-055). Cerca de 1h30.
- 9h, Praia Central ou Itaóca. Manhã de praia, com a Plataforma de Pesca como parada pra foto.
- 12h, almoço num quiosque da orla ou no centro.
- 13h30, Poço das Antas. Cachoeira e piscina natural no Parque Turístico Umberto Salomone.
- 15h30, Zoológico Municipal ou trilha do Morro da Padroeira. Escolha conforme o perfil do grupo.
- 17h, volta pra São Paulo. Saia antes do pico de domingo na Anchieta-Imigrantes.
Roteiro de 2 dias em Mongaguá
Com uma noite, dá pra separar praia de ecoturismo sem apertar.
Sábado
- Manhã: chegada e praia, Central ou Itaóca conforme o movimento que você procura.
- Tarde: Plataforma de Pesca e Trilha do Morro da Padroeira. Check-in em pousada.
- Noite: jantar na orla, com opções de quiosque e restaurante.
Domingo
- Manhã: Poço das Antas e Zoológico Municipal, os dois dentro de parques com estrutura.
- Almoço: rápido, antes de pegar estrada.
- Tarde: retorno com calma até São Paulo.
E se chover em Mongaguá?
Praia e Plataforma de Pesca perdem a graça com chuva forte. Adaptações que ajudam:
- O Zoológico Municipal e o Poço das Antas têm estrutura e trilha, mas ficam escorregadios, use calçado fechado.
- A trilha do Morro da Padroeira é curta e dá pra fazer com uma pausa na chuva mais fraca.
- Troque o programa por artesanato nas feiras e um almoço mais demorado na orla.
Quanto custa um dia em Mongaguá
A praia e a maior parte do roteiro são de graça. O zoológico é o único item com preço fixo.
- Grátis (R$ 0): praia, Plataforma de Pesca, Poço das Antas e trilha do Morro da Padroeira, os quatro sem cobrança de entrada.
- Zoológico Municipal: R$ 10 a inteira, R$ 5 a meia.
- Visita às aldeias indígenas: gratuita pra visitar, mas leve dinheiro pro artesanato feito pelos moradores.
Valores pesquisados em julho de 2026. Horários e preços mudam por temporada, confirme sempre antes de ir.
Para quem Mongaguá combina
Combina com família que quer praia extensa sem badalação e um parque com cachoeira e bicho no mesmo fim de semana. Combina também com quem gosta de pesca, pela Plataforma. Combina menos com quem procura vida noturna ou praia badalada, o perfil aqui é tranquilo.
Como chegar saindo de São Paulo
Pegue a Rodovia dos Imigrantes ou a Anchieta até a Praia Grande, e siga pela Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-055) sentido Mongaguá. São 94,6 km e cerca de 1h30 de carro fora de horário de pico.
Quando ir a Mongaguá
Verão (dezembro a fevereiro) é a temporada forte de praia, com shows na orla e a cidade mais cheia. O Poço das Antas, o Zoológico Municipal e as aldeias indígenas funcionam o ano todo, então valem uma visita fora de temporada também, com menos gente e trânsito mais leve na estrada.
Quanto tempo ficar em Mongaguá
Bate-volta cobre praia e um parque com folga. Uma noite dá tempo pra combinar praia, Poço das Antas e Zoológico sem apertar o roteiro.
Dicas rápidas
- Volte antes do fim da tarde de domingo, a Anchieta-Imigrantes pega fila forte na volta pro planalto.
- Leve calçado fechado pro Poço das Antas, a pedra da trilha molha.
- O zoológico fecha a bilheteria às 16h mesmo funcionando até as 17h, não deixe pra última hora.
- Combine com Itanhaém ou Praia Grande, vizinhas na mesma faixa de litoral.
Perguntas frequentes sobre Mongaguá
Mongaguá fica a quantas horas de SP?
Cerca de 1h30 de carro, 94,6 km pela Anchieta ou Imigrantes e a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega.
Dá pra fazer bate-volta?
Dá numa boa. Praia, Plataforma de Pesca e um parque cabem num dia só.
O que fazer em Mongaguá com crianças?
O Zoológico Municipal e o Poço das Antas, com piscina natural, são o programa mais família, além da própria praia.
O que fazer de graça em Mongaguá?
Praia, Plataforma de Pesca, Poço das Antas e a trilha do Morro da Padroeira, os quatro sem cobrança de entrada.
Qual a melhor época pra ir?
Verão (dezembro a fevereiro) pra praia cheia e com shows na orla. O parque ecológico e o zoológico funcionam o ano todo.
Precisa reservar?
Não. Praia, plataforma, parque e trilha são de acesso livre, só o zoológico tem ingresso pago na hora.
Fontes e transparência
Sobre este guia: conteúdo produzido pelo meufindi com base em fontes oficiais e regionais pesquisadas em julho de 2026. Os valores, datas e horários mudam com frequência, confirme sempre antes da viagem.